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Archive for the ‘Turismo’ Category

O trem do forró já faz parte das tradições e do calendário junino do Recife e é nacionalmente conhecido como um dos maiores eventos neste período.

O Trem do Forró embala seus passageiros no mais autêntico forró pé-de-serra na sua 20ª edição, encantando turistas de todo estado e de outras regiões do país. As partidas estão agendadas para às 16 h, na Praça do Marco Zero com destino ao Cabo de Santo Agostinho, nos dias 5, 6, 12, 13,19, 23 e 27 de junho.

O produto TREM DO FORRÓ, com apoio do Governo do Estado, Secretaria de Turismo – Empetur, Prefeitura do Recife, Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho, Metrorec, CBTU e ABOTTC, já faz parte do calendário das comemorações juninas em Pernambuco e é um dos mais fortes atrativos turísticos durante este período.

A locomotiva é composta por até 10 vagões com capacidade para 1.000 pessoas dançando, decorados com enfeites juninos, acompanhados com trios de forró por vagão, que garantem a animação até a chegada ao município do Cabo, onde poderão curtir a apresentação de bandas de pífanos, bacamarteiros e quadrilhas juninas, além de feira de artesanato e comidas típicas, no Pátio de Lazer do Mercadão.

Na viagem que dura aproximadamente cinco horas, os forrozeiros ainda contam com serviço de bar vendendo bebidas e petiscos, vagão de apoio, banheiros, serviço de limpeza, enfermeira e medicamentos para primeiros-socorros e segurança.

O ingresso para o Trem do Forró custa R$ 75,00 por pessoa e dá direito a camisa, pulseira de identificação e informativo. As reservas poderão ser feitas pelo site www.tremdoforro.com.br.

O desembarque em Recife está previsto para as 23h.

Por Adriana Lúcia

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Cidades irmãs, Recife e Olinda andam de mãos dadas todo o tempo. É difícil até, conceber que sejam municípios distintos se quando mau uma acaba a outra já abre o sorriso. Olinda está para o Recife, assim como estamos para o verão, que inclusive, dá suas caras por aqui durante o ano inteiro, com exceção de junho e julho.

Difícil é não prestigiá-la. Só o nome já é convidativo: Oh, linda – disse uma vez um fidalgo português ao deparar-se com a sua beleza.

Apenas sete quilômetros da capital pernambucana, Olinda reserva ao visitante um verdadeiro acervo cultural. Convivendo lado a lado com a vocação religiosa e a folia, ao mesmo tempo em que é mundialmente reconhecida por seu carnaval peculiar, considerado a melhor de Rua do Brasil, também conta com uma ruma de Igrejas, Capelas e Passos. Para quem está se perguntando agora o que significa Passos, a gente explica: de origem colonial, são pequenas capelas em alvenaria, construídas para simbolizar o caminho de Jesus até o calvário. É muito difícil, até impossível, encontrar um Passo a disposição do visitante, normalmente suas portas só abrem durante o período da quaresma para a Procissão dos Passos, onde os fiéis católicos e os curiosos de plantão fazem o percurso simbólico.

Oferece uma paisagem arrebatadora lá do mirante no Alto da Sé. Um camarote exclusivo para uma visão panorâmica da cidade do Recife, comendo uma tapioca, iguaria que foi registrada como Patrimônio Imaterial e Cultural da cidade. Para os meios, e os fins Olinda consegue ser tudo… Ao mesmo tempo… Agora.

Por Érica Colaço

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Você já deve ter andando pelas ruas da Concórdia, Bom Jesus, do Sol. Entre prédios antigos e paralelepípedos que forram as vias, existe muita história. A começar pelo significado desses nomes. Será que alguém conseguiria adivinhá-los?

Foto: Site da Prefeitura do RecifeA história nos conta que as ruas eram batizadas com nomes que representavam seus moradores, seus costumes. Um exemplo dessa referência é a Rua do Aragão, que assim foi chamada em homenagem a um português que lá morou e construiu várias casas.

Mas algumas dessas ruas mudaram de nome com o passar do tempo. Mais especificamente no ano de 1870, a municipalidade resolveu substituir as denominações, por outras relacionadas à Guerra do Paraguai que acabara de terminar.

A Rua do Crespo, que hoje é conhecida como Primeiro de Março, recebeu esse nome em referência ao dia da batalha mais importante daquela guerra.

Entretanto, mesmo com algumas ruas com nomes já modificados, o costume do recifense não foi modificado, preservando assim a história e tradição das nomenclaturas.

Abaixo você passará a entender, a partir de agora, o significado dos nomes das ruas da cidade do Recife:

. Rua do Bom Jesus: recebeu esse nome por causa do antigo Arco do Bom Jesus que existia em 1850, como uma das portas da cidade. Uma das mais famosas ruas do Recife. Nela foi construída em 1635 a primeira sinagoga das Américas.

. Rua da Hora: localizada no bairro do Espinheiro, foi batizada assim, em homenagem ao médico Pedro da Hora Santiago, morador há muitos anos do bairro.

. Rua do Sol: localizada no bairro de Santo Antônio, ganhou esse nome pelo fato de receber na maior parte do tempo os raios solares. Seu nome foi modificado em 1884 para Rua Dr. Ivo Miquelino, mas até hoje a população preserva seu antigo nome.

. Rua da Concórdia: situada no bairro de São José, recebeu esse nome após os seus dois mais ilustres moradores, travarem uma disputa para escolher qual dos deles teria a honra de ter seu nome batizando a rua. Após muita discussão em 1840, o presidente do conselho municipal, Maciel Monteiro entrou na briga para acalmar os ânimos. Lendo uma poesia de sua autoria, chamada de “A concórdia”, propôs aos brigões que a rua fosse assim chamada.

Essas são algumas das curiosidades que fazem da cidade do Recife um lugar cheio de mistérios e histórias. Para saber mais informações, visite o site da Fundação Joaquim Nabuco (www.fundaj.gov.br)

Por Ariane Feitosa

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Foto: Rafael Medeiros/PCR

A cidade do Recife não encanta só pelas suas belas praias, construções antigas, praças. A capital pernambucana tem belos atrativos também vistos do Rio Capibaribe.

O passeio de Catamarã entrou na rota dos turistas e dos moradores, que experimentam conhecer esse outro lado da cidade.

Uma das empresas que administram esse maravilhoso passeio é a Catamaran Tours, que preparou quatro roteiros para seus visitantes. O primeiro deles é o “Acender as Luzes”, que sai do Forte das Cinco Pontas, no Bairro de São José. Dele o turista se encanta como Recife Antigo e suas histórias, as pontes famosas do Recife como a Ponte Maurício de Nassau, Ponte Velha, entre outras. Além de passar pelo Parque Monumental das Esculturas, de Francisco Brennand. O passeio tem a duração de 1h15 e capacidade para 60 pessoas.

Em seguida tem o “Luzes da cidade”, o mesmo trajeto do “Acender as luzes”, mas com toda beleza da noite recifense. O passeio tem início às 20h.

A outra opção é o “Recife de Dentro pra Fora”, um passeio mais completo, assim pode-se dizer. Nessa rota o visitante conhece 14 pontes, 15 bairros diferentes, que vão do bairro de São José até o bairro de Casa Forte.

E por último o passeio considerado o mais sofisticado de todos os “Encontro das Águas”. Nele tem música ao vivo, o deck ganha um sofá e o passageiro um jantar oferecido pela empresa.

Todos os passeios são feitos com no mínimo 10 pessoas a bordo.

O embarque no Cais das Cinco Pontas (Av. Sul, 50 metros depois do Forte). Roteiro curto: R$ 22 por pessoa – crianças até 5 anos não pagam; de 6 a 10 anos pagam R$ 11. Saídas as 16 e às 20 horas. Roteiro longo (aos sábados e domingos): R$ 35 por pessoa. Fone: (81) 3424-2845.

Por Ariane Feitosa

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Um Recife mais poético, com esculturas de personagens que cantaram a cidade como fonte de inspiração e tema em suas obras. Assim está a cidade desde que foi lançado o projeto Circuito de Poesia – Cantos do Recife, com doze esculturas em concreto e tamanho natural, representando personalidades conhecidas e ambientadas em lugares estratégicos do centro da cidade, formando um percurso de visitação.

 A ideia é promover um diálogo entre a cidade e seus artistas, além de prestar uma justa homenagem aos poetas pernambucanos que com suas palavras cantaram o Recife. Entre eles, estão: Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Capiba, Carlos Pena Filho e Clarice Lispector, Mauro Mota, Joaquim Cardozo, Chico Science, Solano Trindade, Antônio Maria, Ascenso Ferreira e Luiz Gonzaga.

 Os homenageados são reproduzidos em situações relacionadas as atividades desempenhadas em vida e integrada à paisagem urbana, as estátuas proporcionam aos recifenses e turistas a possibilidade de saber quem foram os 12 artistas e até “interagir” com eles tirando uma foto ao lado da obra. Todas as esculturas são criação do artista plástico e arquiteto Demétrio Albuquerque. A altura das estátuas varia de 1,20m a 2,25m.

 O percurso definido segue as características de cada personagem, além de placas fixas nos locais, identificando os personagens e demais informações sobre o circuito.

Por Alessandra Raposo

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Foto Rafa Medeiros/PCR

 

Bolo de rolo, tapioca, arrumadinho de charque, bolo Souza Leão, carne de bode e bobó de camarão. É com a culinária típica do Recife que a cidade se mostra para os seus visitantes. Com a diversidade de estabelecimentos gastronômicos, o ‘cardápio’ do Recife se torna bastante variado. Misturando pratos típicos a ingredientes sofisticados, mercados, bares, restaurantes e botecos mostram que têm em comum a competência de agradar a todos os paladares.

Foto Rafa Medeiros/PCR

O recifense é um dos grandes apreciadores da culinária local e faz questão de perpetuar tradições criadas há anos. Como na Semana Santa em que todos os pratos servidos são à base de coco. Assim, o feijão, o peixe e o arroz recebem um toque local delicioso. No São João, a mesa fica repleta de comidinhas de milho, como o bolo de macaxeira, a pamonha e a canjica. Em outras épocas festivas, a população reinventa a culinária adicionando ingredientes regionais às receitas nacionais, deixando os pratos com ingredientes perfeitos para comemorar encontros divertidos que ficam na memória e no paladar.

Em todos os lugares da cidade, população e turistas encontram um bom exemplo da culinária recifense. Em muitos bares espalhados pelo Recife dá pra degustar pratos como se estivesse na praia de Boa Viagem, como a agulha frita, caldinho dos mais diversos, caranguejo, bobó de camarão, sururu, queijo coalho e tantos outros. Saindo dos petiscos, a dica é almoçar em um dos restaurantes da cidade, a pedida pode ser a buchada, consiste em uma espécie de cozido, preparado com o bucho de bode ou carneiro, recheado com um picadinho do sangue coagulado, tripas e fígado, refogado com hortelã, limão, alho, cebola e temperos. A mistura desses ingredientes confere ao prato o título de um dos mais deliciosos e tradicionais da cozinha recifense. Além desse, dá pra apreciar arrumadinho de charque e carne de sol, chambaril, dobradinha, fava, camarão na moranga, galinha de cabidela, mão de vaca, peixada, camarão, caldeirada, lagosta etc.

Para a sobremesa, bolo de rolo, bolo pé-de-moleque, bolo Souza Leão, paçoca, sorvetes de frutas regionais, cocada e cartola, uma das mais tradicionais sobremesas da gastronomia pernambucana. Seu preparo consiste em banana frita coberta com queijo coalho assado e polvilhada com açúcar e canela. O Recife ainda tem centenas de pratos típicos, e para degustar um pouco mais deles, o jantar poderá ter cuscuz, munguzá, tapioca e queijo manteiga. Pelo paladar, o recifense promete seduzir todos os visitantes e deixar neles o gostinho da volta, afinal, o grande diferencial da nossa gastronomia é a quantidade de estabelecimentos, a qualidade e a variedade.

Por Alessandra Raposo

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Recife é uma cidade que está sempre em movimento, não existe um dia que  não se encontre algo interessante para fazer. Seja uma balada, uma exposição, uma seresta, terá sempre algo especial para gostos e gostos. Com toda a diversidade cultural que se encontra por aqui, fica difícil escolher o que melhor cabe para determinados dias. Seja turista ou um recifense pouco praticante, está querendo conhecer Recife por outros olhos? A dica do Correio Recifense hoje é: mercado municipal da Boa Vista.

A grande diferença desse espaço com relação a outros mercados municipais consagrados, que atraem turistas com seus artesanatos populares, é  o público. No mercado da Boa Vista, a maioria, com exclusividade, são os próprios recifenses. É só se chegar…

O dia é sábado, mais ou menos umas 11h da manhã voltando da praia ou até mesmo acabando de acordar, não haverá outro lugar que consiga reunir boa comida, gente bonita, música, interação, diversão, história etc.

Com suas 63 barracas de venda, o visitante poderá saborear uma deliciosa macaxeira com charque, uma tábua de frios personalizada, uma cerveja gelada,  até mesmo fazer umas pequenas compras entre frutas, verduras, carnes, queijos, ou apenas tomar uma água de côco. Uma mistura de gêneros, sons, paladar e vontade. Dá até pra se perder.

Uma curiosidade para quem gosta de saber um pouco mais: o mercado da Boa Vista era ponto de negociação e leilão dos negros trazidos da África para trabalho escravo no início do século xx, e ainda conserva boa parte de sua arquitetura original. No portão principal ainda existe o símbolo que marcou está época pouco gloriosa. Imagina o quanto de história pode-se ouvir por lá? Entre poetas e cancioneiros, o que não vai faltar é assunto. Para quem carrega uma história assim, talvez não precise de tanta arte para ser ponto de atração, o espaço em si já se faz valoroso.

LOCAL: MERCADO DA BOA VISTA, RUA DE SANTA CRUZ S/N – BOA VISTA

HORA: A PARTIR DAS 11 HORAS DA MANHÃ ATÉ AS 19H

Por Érica Colaço

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