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Archive for abril \26\UTC 2010

Chegou ao fim a enquete que escolheu o local do Bairro do Recife que não pode deixar de ser visitado por turistas e moradores recifenses. O Marco Zero foi o grande vencedor com 34% dos votos.

 A Praça Barão do Rio Branco tornou-se conhecida como Praça do Marco Zero por indicar, desde 1938, o quilômetro zero das rodovias de Pernambuco. Reformada em 1999, adquiriu o formato circular e o seu centro exibe o painel “A Rosa-dos-Ventos”, de Cícero Dias, com a frase “Eu Vi o Mundo… Ele Começava no Recife”

Em segundo lugar ficaram as Ruas do Bom Jesus e da Moeda, com 27% da preferência dos votantes. Empatados em terceiro lugar , com 13%, ficaram a Embaixada dos Bonecos Gigantes e a Sinagoga Kahal Zur Israel. Com 12% dos votos, o recém inaugurado Centro Cultural Correios ficou na quinta colocação.

A enquete ficou no ar por seis meses e contou com 67 votos. Em breve mais uma enquete no blog.

Por Alessandra Raposo

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Um convite a viajar pela nossa história, experimentar culinária regional e descobrir novos personagens

Foto Rafael Medeiros / PCR

Circular pelos mercados públicos espalhados pelo Recife é um convite para conhecer um pouco mais de nossa história. A vida presente nestes espaços fala sobre os hábitos, costumes e cultura recifenses.

Nesses lugares democráticos circulam pessoas de todas as gerações e classes sociais. Há espaço para conversas descontraídas, do futebol à política, da música a enredos criativos dos contadores de história. Neles podemos até conhecer a sorte nos jogos de búzios ou tarô e encontrar personagens que nas suas palavras trazem lembranças de outras épocas. Os ‘causos’ são um atrativo à parte para aqueles que querem desfrutar um pouco mais da cultura local. As cenas pitorescas presentes nestes lugares é um convite para olharmos Recife por outro ângulo.

O almoço é bastante concorrido, seja pela variedade e pelo preço. Saborear as delícias da cozinha popular com a buchada de bode e o sarapatel são ótimas opções.

Seja pela riqueza cultural e arquitetônica, pela saborosa gastronomia, e o preço acessível de frutas, carnes e verduras, os mercados públicos do Recife atraem uma parcela que desconhecia a importância destes centros tanto para a economia como para o desenvolvimento turístico local.

Foto Rafael Medeiros / PCR

História– Para alguns, a arquitetura presente nos mercados  é motivo de orgulho. Um exemplo é Mercado de São José, o primeiro em ferro construído no Brasil datado de 1875. Ocupando uma área de 3,541 metros quadrados, ali se encontra de tudo. Do artesanato de barro a literatura de cordel, de frutas e verduras a carnes de todos os tipos. Hoje, é um dos monumentos pernambucanos, reconhecido e tombado pelo Patrimônio Histórico. O prédio é formado por dois pavilhões, com 377 compartimentos de diversos produtos; Atualmente, são 545 boxes no total. 

Diversidade é o que não falta ao Mercado da Encruzilhada. Com 17 restaurantes e bares serve também comidas típicas da culinária regional. Atualmente, o local possui 214 boxes de artesanato, miudezas em geral, frutas, carnes e verduras, além da tradicional carne de sol e linguiça caseira de porco, considerada uma das melhores da Capital.

Inaugurado em 1937, o Mercado do Cordeiro conta com 117 boxes distribuídos em áreas específicas, pátio interno para eventos, praça de alimentação, completa estrutura de sanitários, acessibilidade, medidores individuais de energia, estacionamento e área de carga e descarga. Além de praça de alimentação, que centraliza os vários restaurantes e lanchonetes instalados no local. 

Local de grande importância histórica, o Mercado da Madalena foi uma zona açucareira do Recife antigo. Foi inaugurado em 1925, e reuniu um aglomerado de feirantes, que ali vendiam frutas e verduras. Naquela época funcionava à noite o que lhe rendeu o nome de Mercado do Bacurau. O horário noturno atraía, além de comerciantes, boêmios, que buscavam um local para desfrutar das noites provincianas do Recife. 

Hoje, são 180 compartimentos, que oferecem alimentos variados: frutas, verduras, legumes, cereais, carnes e peixe. Continua sendo um ponto de encontro de boêmios. Ali, eles vão tomar a chamada saideira e recuperar as energias nas noitadas se deliciando com um bom cuscuz com bode guizado, sarapatel e outras guloseimas da cozinha regional.

 

Por Alessandra Raposo

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Passistas no Marco Zero

Imagem: Prefeitura do Recife

O Frevo, grande ritmo pernambucano que orgulha todos nós, pode se tornar Patrimônio da Humanidade. É isso mesmo. E para tornar o ritmo um bem mundial, a população recifense tem papel primordial. É que para inscrever o frevo como candidato ao título, é necessário reunir o maior número possível de assinaturas de pessoas que concordam que o ritmo merece ser contemplado.

E fazer isso é muito fácil. Uma equipe da Secretaria de Cultura está pelas ruas do Recife recolhendo as assinaturas de quem quer contribuir. São visitados diariamente lugares como, por exemplo, estádios de futebol, universidades, teatros e cinemas. E se você não encontrar ninguém dessa equipe por aí, pode procurar as listas de anuência que estão disponíveis em diversos pontos da cidade, como a Casa do Carnaval, a sede da diretoria do Pátio de São Pedro, Sede do Ciclos Culturais (Rua Montevidéu) e Teatro do Parque.

O Frevo já é patrimônio Imaterial do Brasil (recebeu o título em 2007) e completou 103 anos no dia 09 de fevereiro deste ano. Participe dessa ação e ajude o nosso grande ritmo a ganhar mais um título. Com isso, colabore para a valorização da cultura pernambucana, que merece o reconhecimento tamanho a sua riqueza. Temos certeza que todos que curtem o blog Correio Recifense vão colaborar.

Para maiores informações, entrar em contato com o Cadastro Cultural ou com o Centro de Formação, Pesquisa e Memória Cultural – Casa do Carnaval, através dos telefones 3232-2834 ou 3232-2835.

Lançamento da Candidatura – Na próxima quarta-feira (28), no Terminal Marítimo, a Prefeitura do Recife vai realizar solenidade de candidatura do Frevo ao título. Na ocasião, a Prefeitura entregará ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio da Secretaria de Cultura, um dossiê sobre o ritmo, bem como as anuências assinadas pela população.

Por Luciana Amorim

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Localizado na Rua do Amparo, uma das mais conhecidas e tranqüilas do sítio histórico de Olinda, encontra-se a mistura de bar, armazém, quitanda, e point de encontro da moçada Olindense: a Bodega do Veio. O sucesso que faz pode ser atribuído a diversos fatores, um deles, sem dúvida, é a cervejinha mais que gelada garantida por ele próprio: o veio.  À noite a rua é tomada pelos boêmios de plantão que apreciam boa música e os petiscos oferecidos: porções de queijo do reino, salame, pastrame, queijo coalho etc.

O ambiente é aconchegante, facilita a comunicação entre os freqüentadores do lugar. Também patrocina encontros de amigos e de namorados, e não menos os desencontros, já que é normal o celular perder o sinal por lá.

E para a alegria geral da nação Olindense, e porque não Recifense, está de volta a Terça do Vinil. Festa patrocinada pela Bodega do Veio que agitou por muito tempo as terças feiras da cidade, garantindo música de qualidade de muita badalação. Guiada pelo DJ 440 e sua stylist incomparável, quem for fã do velho vinil poderá matar saudade a partir do dia 20 de abril.

 Por Erica Colaço

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