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Archive for outubro \31\UTC 2009

           

Complexo Cultural 1

Imagem: briefing Complexo Turístico Cultural Recife Olinda

            Transformar a área central da região metropolitana do Recife e de Olinda, através da requalificação urbana, em um grande pólo de atração cultural e turística para Pernambuco. Essa é a promessa do projeto intitulado Complexo Turístico Cultural Recife Olinda, que foi concluído no ano de 2003. As maiores referências para o desenvolvimento do plano são o Bairro do Recife e o Sítio Histórico de Olinda. Através do financiamento de projetos governamentais, como o Monumenta, Prodetur, Prometrópole, Porto Digital e Habitar Brasil, já foram realizadas diversas obras. Entre elas, a restauração da Igreja da Madre de Deus, a construção do Espaço Cultural Pátio de São Pedro, do Paço Alfândega e da orla de Brasília Teimosa.

            Realmente, já podemos ver obras sendo concluídas e iniciadas. O projeto é muito bem elaborado e pode trazer grandes benefícios para o Estado, principalmente do ponto de vista econômico, com o aumento do turismo local e, conseqüentemente, da movimentação de capital. Inclusive, pelo que está previsto no projeto, as cidades ganharão, verdadeiramente, uma cara nova. Nele, as mudanças envolvem as áreas da cultura, turismo, tecnologia da informação, comércio, serviços, urbanismo e meio ambiente.

            Deve-se lembrar ainda, que vêm aí Copa do Mundo e Olimpíadas para o Brasil. Talvez os pernambucanos possam mesmo sonhar alto e acreditar que um novo desenvolvimento para as cidades e seus moradores é possível e que esses dois grandes eventos possam colaborar para dar ainda mais visibilidade às cidades. As cidades culturais podem se tornar centros turísticos ainda maiores.

            Recife e Olinda possuem uma riqueza cultural incomum. E todo mundo já está cansado de saber que o caminho certo para o crescimento é investir nessa fortuna. Os recifenses, mesmo, estavam enfadados de ver tanta promessa e tombamento sendo feitos e nenhuma ação de cuidado com o patrimônio sendo levada adiante. O Bairro do Recife, além da beleza estonteante que apresenta (mesmo sem o cuidado que merece), possui uma parte importantíssima da história do Brasil e de Pernambuco. Ninguém pode esquecer da importância do bairro para cada recifense, pernambucano, para cada brasileiro.

            O Complexo Turístico Cultural Recife Olinda traz para todos a esperança de que o passado será sempre lembrado e vivido com a preservação e restauração dos monumentos das cidades e com a valorização do patrimônio histórico. E a esperança de que o desenvolvimento econômico das cidades, que beneficiará a todos, seja realmente concluído com a requalificação urbana prevista no projeto. Todos esperam que os governantes não deixem de cumprir mais essa promessa. Que assim seja.

O projeto – estabelece um circuito entre quatro territórios das cidades: Olinda, Tacaruna, Recife e Brasília Teimosa. Em cada um deles, identifica núcleos e estabelece conexões. O projeto promete uma requalificação urbana e valorização cultural nos núcleos, para estimular o turismo cultural e as atividades comerciais e de serviços nas cidades. Entre as diretrizes apontadas no plano, destaca-se a reflexão e o intercâmbio profissional, a integração e potencialização de eventos periódicos, requalificação de profissionais da gestão cultural, implantação de sistemas de sinalização urbana, com identidade visual do Complexo, oferecimento de alternativas de transporte público diferenciado, com enfoque sobre o Complexo, regularização dos serviços de segurança pública, o estímulo à valorização do patrimônio histórico e a implantação de ações culturais para assegurar a inclusão social.

Por Luciana Amorim

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“Era o Recife do Arsenal, da Alfândega, dos guindastes, das senzalas, da Rua do Bom Jesus, da Cruz do Patrão, dos sobrados de azulejos, de três, quatro e até mais andares”. (Pinto, E. – 1940- pp10-11)

 No Recife se vive diariamente a história, pela sua paisagem de monumentos antigos em contraste com o moderno que remete a um tempo muito diferente do que vivemos hoje. Mas, o interessante é a origem de tudo isso, como se iniciou uma das primeiras cidades do país no belo Bairro do Recife.

os arrecifes
Os Arrecifes em 1885 – século XIX – Gaspar Barleus, conta-nos que o nominativo “Pernambuco” deriva dos arrecifes, que os indígenas denominavam “Pedras Furadas”.

O famoso ancoradouro de navios, onde daria origem à futura capital e ao principal ponto de comercialização com o exterior, despertaria grande interesse por sua formação rochosa marinha formando um porto natural.

 O Bairro do Recife data de 1537, quando Duarte Coelho recebeu a carta de Doação da Coroa Portuguesa. O lugarejo formado no local se chamaria Recife dos Navios, mas já tinha sido conhecido como Porto de Santelmo, Arrecife de São Miguel e povoado do Corpo Santo.

Recife cidade Maurícia
Vista da Cidade Maurícia (Recife) – Gravura em água forte, 38 x 50 cm, de Schenck, baseada em desenho de Frans Post, 1645, para o livro de Barlaeus. Acervo do Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro.

Quando em 1630 os holandeses decidiram ocupar o Nordeste do nosso país mudando completamente o destino da região, Maurício de Nassau realiza o primeiro plano urbanístico do Brasil, dando uma nova paisagem ao Bairro do Recife com suas pontes e aterramentos, causando progressos e enorme crescimento urbano. Foi ele também que programou a construção da primeira ponte do Brasil, com o seu nome, em fevereiro de 1644, facilitando o transporte de mercadorias entre o Bairro dos Navios e a Ilha de Santo Antônio.

Ilha de Sto Antônio
Bairro do Recife ao longe, visto da Ilha de Santo Antônio, de Frans Post – século XVII

E quando os holandeses foram expulsos já existiam prédios como casas térreas, sobrados, mirantes, a Igreja do Corpo Santo, o Palácio do Governo, a Alfândega, cadeia, provedoria, Casa da Câmara, a Sinagoga dos Judeus e armazéns.  Vale destacar a Rua do Bom Jesus, que sempre foi importante para o lugarejo por ser passagem para Olinda.

Rua do Bom Jesus
Rua do Bom Jesus. Cromolitografia de L. Krauss, entre 1878 e 1885.

O Bairro do Recife sempre apresenta sua história ligada ao porto. No século XIX, a vinda da família real para o país recuperou a economia local forçando a modernização do porto. Em meados de 1900 o bairro estava em total fervor econômico. Concentrava o comércio exportador e importador, as finanças e os serviços públicos básicos. O lugar já abrigava cerca de 13 mil pessoas distribuídas em casas e sobrados. Reunia a parte mais pobre, como pescadores, artesãos, caixeiros e trabalhadores portuários. A elite se concentrava nas áreas da Boa Vista e Benfica. Está condição só mudou com a primeira reforma urbana. Foram feitos planos de saneamento para o bairro e iniciadas obras. Mas tantas mudanças não conservaram o patrimônio histórico e mais de 200 prédios foram destruídos. Começava a desaparecer o passado. Apesar disso, a reforma deixou o bairro com aparência urbanística parecidas com as cidades da Europa, valorizando a área por alguns anos.

Os números de embarcações aumentaram demais com as novas tecnologias, causando um crescimento também no número de marinheiros e prostitutas no bairro, o que afastou as famílias de alta renda. Somente em 1987 foi projetado um novo plano para revitalização do lugar.

Tudo começou neste pedaço de terra por onde passava toda a produção de Pernambuco, numa localidade portuária com uma das maiores densidades demográficas do mundo. Deste modo nasceu o bairro do Recife Antigo, hoje apenas uma lembrança da nossa história marcada com algumas construções que ainda sobreviveram ao tempo.

Marco Zero
Foto: Antônio Tenório – Prefeitura do Recife

 Por Adriana Lúcia

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Longa é a história dos judeus no Brasil e, em particular, em Pernambuco”, para saber mais sobre os judeus e sua passagem pela região, decidi conversar com quem entende. Fui recebida na Sinagoga Kahal Zur Israel pelo historiador e pesquisador do arquivo histórico judaico de Pernambuco, Nuno Brito, 24. Para começar, perguntei-lhe porque os judeus haviam saído da Holanda, sabendo que lá tinham liberdade religiosa. Era algo que não me saia da cabeça. Segundo Nuno, os judeus que saíram da Holanda eram portugueses e espanhóis que haviam sido expulsos de seus países, e o Brasil parecia atrativo, por causa da língua e também devido das restrições comerciais que havia na Holanda.

Vieram então ao Recife e demonstraram interesse por certa colônia de pescadores da cidade vizinha, Olinda. Destruíram a colônia e denominaram-na do Recife. Aquele passou a ser o Bairro do Recife e, logo atrás de onde ficava o porto, agora tomado pelos judeus, passou a ser uma rua habitada e ocupada por eles, sendo assim chamada de Rua dos Judeus. O que os mantinha, era o comércio, característica típica desse povo que, por não possuir terras, dedicava-se a uma atividade que pudesse ser exercida em qualquer lugar. Com o tempo, a fim de vender “bugingangas” aos brasileiros, os judeus criaram a venda a crédito, e essa é uma herança que temos até os dias atuais.

Entretanto, os judeus também eram envolvidos com o trafico de escravos e era naquela rua onde tudo acontecia. Com a volta dos portugueses aos domínios brasileiros, eles teriam de ir embora, mais uma vez. Alguns foram até Nova Amsterdã, atual cidade de Nova York e outros foram a Angola, onde poderiam continuar com tráfico. Tiveram alguns que se converteram e esses eram os cristãos-novos, que foram para o sertão nordestino e é por isso que lá a herança dos costumes e lenda judaica é tão forte.

A Sinagoga Kahal Zur Israel, onde conversei com Nuno, fica localizada na Rua do Bom Jesus, aquela antiga Rua dos Judeus e é hoje um acervo histórico sobre a cultura e história judaica. Por ter sido a primeira Sinagoga das Américas, possui um valor especial para esse povo. Para o Recife, é um ponto turístico e quem visita a cidade não pode deixar de visitar.

 

Por Karina Mendonça

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Muito frevo e o colorido do Carnaval marcaram a criação do Paço do Frevo, na manhã de hoje (26), na Praça do Arsenal, no Bairro do Recife. O Paço do Frevo, orçado em R$ 8,7 milhões,  é totalmente dedicado à celebração e valorização dessa manifestação cultural única do povo pernambucano, especialmente o recifense. “Estamos concretizando um sonho de construir um espaço onde a nossa identidade represente o Recife”, lembrou o prefeito do Recife, João da Costa.

Prefeito João da Costa e governador Eduardo Campos selando o Projeto Paço do Frevo - Foto: Paulo Lopes
Prefeito João da Costa e governador Eduardo Campos selando o Projeto Paço do Frevo – Foto: Paulo Lopes

O Paço do Frevo terá museografia assinada pela artista Bia Lessa e será um centro difusor do frevo e da cultura pernambucana e também um ponto de encontro de profissionais e do público em geral. Pretende-se, por meio dele, estimular o aprendizado do frevo, de sua história, da música e dança e promover ações educativas, com a realização de oficinas, exposições e apresentações especiais. Para João da Costa, o espaço importantes segmentos.

O edifício que vai abrigar o Paço do Frevo será totalmente recuperado. Com quatro pavimentos e 1.733m², o imóvel fica no Bairro do Recife, é tombado pelo IPHAN desde 1998 e até 1973, funcionava a sede da Western Telegraph Company.

Foto: Paulo Lopes
Foto: Paulo Lopes

O projeto prevê a restauração das fachadas do prédio e a adaptação dos seus espaços internos. No térreo, haverá um bar e uma loja integrados; uma biblioteca; sala de consulta; sala de exposições temporárias entre outras áreas administrativas. O primeiro pavimento será dedicado a música. Nele, haverá salas de ensaio e um estúdio de gravação. O segundo será exclusivo para dança, com salas de aula e ensaio, oficinas de figurino e de cenário. No último andar, o público terá a oportunidade de conferir uma exposição permanente, assistir a espetáculos de musica, dança e vídeos sobre o frevo.

Por Alessandra Raposo com informações da Prefeitura do Recife (http://www.recife.pe.gov.br/2009/10/26/joao_da_costa_formaliza_parcerias_para_o_paco_do_frevo_169126.php)

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Além de belas praias, com sol quase que o ano inteiro, além de rios e belas pontes, o Recife atrai cada vez mais turistas à cidade, destacando a capital pernambucana pela sua diversidade cultural. Fazendo jus ao título, a cidade ganha mais um centro cultural, inaugurado recentemente no Bairro do Recife. O Centro Cultural Correios conta com seis pavimentos e dispõe de cinco salas de exposição, auditório, restaurante e uma agência postal.
Centro Cultural Correios - Foto Prefeitura do Recife

Centro Cultural Correios - Foto Prefeitura do Recife

O centro está localizado em um prédio construído no início do século passado e foi adquirido em 1921 para ser a sede dos Correios em Pernambuco. O local conta com exposições temporárias com fotos da aviação transcontinental e da travessia aérea noturna do Oceano Atlântico, mapas e gravuras estilizadas da cidade, além da exposição filatélica “40 Anos da ECT em 346 Anos de História – Correios, levando o Brasil à frente”, que referencia cronologicamente, por meio dos selos, fatos marcantes da história postal brasileira e do País.

Bem próximo ao Centro Cultural Correios está o Instituto Cultural Banco Real. Localizado em frente ao Marco Zero do Recife, o espaço apresenta exposição comemorativa ao centenário de nascimento do artesão caruaruense Mestre Vitalino com fotografias registradas por Pierre Verger.

Instituto Cultural Banco Real - Foto Prefeitura do Recife

Instituto Cultural Banco Real - Foto Prefeitura do Recife

Restaurado e aberto ao público em 2001 com o nome Centro Cultural Judaico de Pernambuco, o local abriga a primeira sinagoga das Américas. A Sinagoga Kahal Zur Israel funcionou dentro do domínio holandês entre 1641 e 1654. O CCJP possui três andares com exposição focada na chegada dos judeus no Brasil, a construção da Sinagoga e a fuga dos judeus em Pernambuco.

Centro Cultural Judaico de Pernambuco - Foto: João Tavares

Centro Cultural Judaico de Pernambuco - Foto: João Tavares

Distante 5 km do Bairro do Recife, está o Centro Cultural Benfica. O espaço está instalado em um casarão construído na segunda metade do século XIX e abriga o Teatro Joaquim Cardozo, o Instituto de Arte Contemporânea e uma parcela do Acervo Museológico da Universidade Federal de Pernambuco.

Centro Cultural Benfica - Foto Fernando Machado

Centro Cultural Benfica - Foto Fernando Machado

 

Serviço:

Centro Cultural Correios Recife – Avenida Marquês de Olinda, 262. Telefone: 81 3224.5739. Funcionamento: De terça a sexta, das 9h às 18h / Sábado e domingo, das 12h às 18h.

Centro Cultural Banco Real – Avenida Rio Branco, 23, Bairro do Recife. Telefone: 81 3224.1110. Funcionamento: De terça a quinta, das 14h às 20h. De sexta a domingo, das 14h às 22h.

Centro Cultura Judaico – Sinagoga Kahal Zur Israel Rua do Bom Jesus, 197/203. Telefone: 81 3224.2128. Funcionamento: De terça a sexta, das 9h às 17h / Domingo, das 15h às 19h.

Centro Cultura Benfica  – Rua Benfica, 157, Madalena. Dias de funcionamento: Telefone: 81 3227.0657. Funcionamento: De terça a quinta, das 14h às 20h. De sexta a domingo, das 14h às 22h

Por Alessandra Raposo

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O Bairro do Recife

Em um encontro para descobrir mais sobre os judeus em Pernambuco (ainda esta semana, saiba o que os trouxeram até o Recife e o que nos foi deixado por eles!) descobri como surgiu o Bairro do Recife. Falei para o historiador Nuno Brito, 24, sobre o projeto do Jornal Correio Recifense e ele pareceu interessado.

 

Segundo ele, aquela região era uma colônia de pescadores e fazia parte da cidade de Olinda. Entretanto, por ser uma região símbolo do porto (lembrando que, naquela época, o porto era um local precioso, por facilitar o comércio e as embarcações), acabou se tornando local de cobiça pelos judeus que chegaram ao Estado, por volta do século XVI. Afim de ocupar o lugar, os judeus destruíram a colônia dos pescadores e determinaram que aquela região passaria a fazer parte da cidade do Recife. Desta forma surgiu o Bairro do Recife, que tem esse nome para firmar o local a que passou a pertencer. E é também por isso que a Rua dos Judeus foi construída logo atrás do porto… Mas isso é história para outro dia.

 

Por Karina Mendonça

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Foto: Hesíodo Góes

Para comprar, presentear ou apenas olhar, as feirinhas de produtos artesanais são atrações à parte nas cidades brasileiras. E quem viaja para Pernambuco, em qualquer que seja a cidade, não pode deixar de visitar as feiras de artesanato local. No Recife, uma boa pedida é passear nos domingos pelas feirinhas do Bairro do Recife, que fazem parte do projeto Domingo na Rua, desenvolvido e administrado pela sócia-gerente da Recife Antigo Empreendimentos Ltda, Tereza Lucena, e sua equipe. O comércio artesanal fica localizado na Rua do Bom Jesus e em torno da Praça do Arsenal, e acontece todos os domingos, das 14h às 22h.

O Domingo na Rua foi pensado por Tereza devido à falta de movimentação pelas ruas do Bairro do Recife aos domingos. “Era ocioso, não tinha nada para fazer, nada acontecia”, lembra. De acordo com ela, o projeto foi baseado nas feiras européias, chamadas de mercado de pulgas, onde as pessoas se reúnem para vender objetos antigos, usados, artesanatos e diversos outros tipos de mercadorias, além de comidas e bebidas.

O projeto do Domingo na Rua foi apresentado à Prefeitura do Recife, que aprovou a ideia e deu a concessão de uso do solo para a feira, que, no dia 08 de março de 1999, começou a ser realizada no Bairro do Recife. O projeto conta, além do comércio artesanal, com a venda de comidas típicas e com apresentações culturais.

Podem participar do Domingo na Rua artesãos, artistas plásticos, pequenos produtores e comerciantes. Quem deseja vender os seus produtos na feira, deve entrar em contato com o escritório da Recife Antigo Empreendimentos para mostrar os seus produtos e preencher ficha cadastral. Não podem ser comercializados produtos de revenda. A taxa semanal de aluguel do quiosque é de R$ 50, 00, mas a empresa possibilita que os comerciantes participem da feira inicialmente sem pagar a taxa, para verificarem se o seu produto foi bem aceito e se querem continuar a participar do projeto.  

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Foto: Hesíodo Góes

Serviço:  

Recife Antigo Empreendimentos Ltda – Rua do Apolo, 199

Fone: (81) 3424-9232

Por Luciana Amorim

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